Gestão no Terceiro setor

Gestão Financeira para ONG: Erros comuns no registro de despesas (e como corrigi-los)

Publicado 13 de Março de 2026
13 min. de leitura

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Os erros mais comuns no registro de despesas em ONGs são: não seguir a ITG 2002 (R1), misturar recursos de projetos distintos, ausência de conciliação bancária, comprovantes fiscais inválidos e categorização imprecisa das saídas. Cada um desses pontos pode resultar em reprovação de contas, obrigação de devolver verbas públicas e perda de credibilidade com doadores.

Quem trabalha no terceiro setor conhece bem esse aperto: fazer o dinheiro durar e, ao mesmo tempo, provar para financiadores, doadores e órgãos públicos que cada centavo foi usado da forma certa. Quando o registro de despesas tem falhas, esse equilíbrio desmorona e o projeto que tanto custou para construir pode ser comprometido por um erro que nem parecia tão grave.

O Terceiro Setor responde por 8% do PIB brasileiro e emprega cerca de 1,7 milhão de trabalhadores, além de contar com 20 milhões de voluntários, segundo o IBGP (Instituto Brasileiro de Gestão Pública). Mesmo assim, gestores de entidades têm, em geral, dificuldades técnicas de gestão, reconhecimento que vem do próprio Conselho Federal de Contabilidade (CFC).

A boa notícia é que a maioria desses erros é evitável. E você não precisa ser contador para começar a corrigir agora mesmo.

💡 O terceiro setor no Brasil em números

Em 2016, a Associação Nacional das ONGs (ABONG) contabilizou mais de 350 mil entidades sem fins lucrativos ativas no Brasil. Mesmo com esse tamanho, gestores do setor reconhecem dificuldades técnicas em gestão e o controle financeiro é uma das áreas mais sensíveis.

Erro 1: Não conhecer (ou ignorar) a ITG 2002 (R1)

Você já ouviu falar na ITG 2002? Se a resposta for não — ou um 'mais ou menos' — você não está sozinho. Essa é a norma que mais pega os gestores de surpresa.

O trabalho voluntário precisa aparecer nos registros

Quando alguém doa seu tempo para a sua ONG — seja o advogado que orienta pro bono, a psicóloga que atende os beneficiários, ou o próprio presidente da diretoria — esse trabalho tem valor. E pela ITG 2002 (R1), esse valor precisa estar registrado nas demonstrações contábeis.

Como funciona na prática: o contador registra simultaneamente uma despesa (o custo desse trabalho, pelo valor que o mercado pagaria por ele) e uma receita de gratuidade. Não tem movimentação financeira real, o dinheiro não sai nem entra, mas o registro existe para mostrar o real tamanho do impacto da organização.

Por que isso importa? Porque quando a ONG omite o trabalho voluntário, seu balanço parece menor do que realmente é. Financiadores e parceiros que analisam as demonstrações contábeis podem subestimar a capacidade e o alcance da entidade.

✅ Como registrar o trabalho voluntário

Débito em 'Trabalho Voluntário — Custos e Despesas Operacionais' e Crédito em 'Trabalho Voluntário — Receitas Operacionais com Restrição'. O valor deve ser baseado no salário de mercado para funções equivalentes.

 

A depreciação dos bens também entra no registro

O computador comprado há quatro anos, o carro da ONG, as cadeiras do escritório todos esses bens perdem valor com o tempo. Esse processo se chama depreciação, e ele precisa estar refletido nas demonstrações contábeis da entidade.

Muitas ONGs simplesmente ignoram esse ponto. O resultado é um patrimônio contábil irreal, como se os bens nunca se desgastassem. Além de distorcer as informações financeiras, isso pode gerar questionamentos em auditorias e na prestação de contas.

Erro 2: Misturar o dinheiro de projetos diferentes

Esse erro tem um jeito bem comum de acontecer. A ONG recebe uma verba do projeto A em março. O projeto B tem um pagamento urgente em abril, mas o repasse ainda não chegou. Alguém toma a decisão de 'emprestar' o dinheiro do projeto A para cobrir o projeto B. 'É só até o repasse chegar', pensam.

O problema é que esse tipo de compensação não existe na legislação. E quando a prestação de contas chega, o buraco aparece.

O Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (MROSC) — instituído pela Lei 13.019/2014 — é bem direto nesse ponto: toda despesa precisa ter nexo de causalidade com o projeto ao qual os recursos foram destinados. O Plano de Trabalho aprovado tem força de lei. Qualquer gasto fora das rubricas definidas pode ser glosado.

 

⚠️ O que acontece quando as contas são reprovadas?

A OSC condenada ao ressarcimento precisa devolver todos os valores glosados com correção monetária. Quando é comprovado dolo, incidem ainda juros de mora sobre o débito (MROSC, art. 71 § 4º, II). Em casos mais graves, a administração pública abre um processo de Tomada de Contas Especial (TCE) para apuração dos fatos e identificação dos responsáveis.

 

Como se proteger:

  • Abra uma conta bancária exclusiva para cada convênio ou parceria. O MROSC inclusive determina que a movimentação dos recursos deve ocorrer em conta específica, em instituição financeira pública indicada pela administração.
  • Gaste estritamente dentro das rubricas e do cronograma aprovados no Plano de Trabalho.
  • Se precisar adaptar metas ou orçamento por razões justificadas, formalize um aditivo com o parceiro antes de realizar o gasto, não depois.
  • Monitore o alcance das metas físicas e financeiras todo mês, não apenas na entrega final da prestação de contas.

Erro 3: Deixar a conciliação bancária de lado

Aqui vai uma pergunta simples: você consegue afirmar agora mesmo, sem abrir uma planilha, que o saldo registrado internamente bate com o extrato bancário da ONG?

Se a resposta for 'preciso verificar', você já tem um ponto de atenção. A conciliação bancária — esse processo de comparar o que está no sistema interno com o que está no extrato do banco — é uma das tarefas mais ignoradas e uma das mais importantes.

Sem ela, erros de lançamento passam despercebidos. Taxas bancárias indevidas saem sem que ninguém perceba. Cheques que não foram compensados ficam 'flutuando' nos registros como se tivessem sido pagos. Com o tempo, essas inconsistências se acumulam e transformam qualquer prestação de contas em um exercício de arqueologia financeira.

 

💡 Quanto tempo leva uma conciliação bancária semanal?

Para uma ONG com movimentação moderada (30 a 80 transações por semana), a conciliação bancária semanal costuma levar entre 30 e 60 minutos. O tempo investido agora economiza horas — às vezes dias — na hora de fechar o relatório financeiro ou responder a uma auditoria.

 

Além da conciliação, vale atentar para um ponto que o MROSC deixa claro: até tarifas bancárias cobradas sobre a conta de convênio podem ser glosadas e precisar de ressarcimento aos cofres públicos. Ou seja, qualquer movimentação — por menor que seja — precisa estar devidamente registrada e justificada.

Erro 4: Aceitar comprovantes fiscais inválidos

Uma nota fiscal rasgada. Um recibo simples sem identificação do prestador. Uma NF-e emitida no CPF do coordenador do projeto em vez do CNPJ da entidade. Esses são exemplos reais do que chega nas pastas de prestação de contas de muitas ONGs.

O problema é que, na hora da análise, esses documentos são simplesmente rejeitados. E quando um gasto não tem comprovante válido, ele vira uma glosa, ou seja, um valor que a organização vai precisar devolver.

Para que uma despesa seja aceita na prestação de contas, o comprovante fiscal precisa seguir algumas regras básicas:

  • Ser um documento fiscal idôneo: Nota Fiscal Eletrônica (NF-e) ou Nota Fiscal de Serviços Eletrônica (NFS-e), conforme o caso.
  • Estar emitido contra o CNPJ da organização, não o CPF de um colaborador ou membro da diretoria.
  • Ter uma descrição específica do que foi comprado ou contratado. 'Serviços prestados' sem detalhamento não é suficiente.
  • Corresponder à competência correta: a data da nota deve bater com o período em que o serviço foi realizado ou o bem foi entregue.
  • Estar íntegro e legível, sem rasuras, cortes ou dados ilegíveis.

 

⚠️ Atenção à transição fiscal de 2026

A partir de 1º de janeiro de 2026, documentos fiscais eletrônicos passaram a incluir novos campos para destacar a CBS e o IBS, tributos criados pela Reforma Tributária. Fique atento às atualizações do seu sistema de emissão de notas e oriente os fornecedores da ONG sobre as novas exigências.

 

Uma dica prática: antes de pagar qualquer fornecedor, peça a nota fiscal antecipadamente e verifique se todos os dados estão corretos. É muito mais fácil corrigir antes do pagamento do que depois.

Erro 5: Falta de Categorização Padronizada das Despesas

'Outros gastos'. 'Despesas diversas'. 'Materiais'. Essas categorias aparecem nas planilhas de centenas de ONGs e elas não dizem praticamente nada sobre para onde o dinheiro foi.

Quando chega o momento de gerar um relatório para o financiador ou de responder a uma pergunta da diretoria 'quanto gastamos com pessoal no projeto X no segundo semestre?' a busca pela resposta se torna um trabalho de garimpagem.

Uma categorização bem feita permite, entre outras coisas:

  • Comparar quanto cada projeto custou em diferentes períodos.
  • Identificar onde os gastos estão crescendo mais do que o planejado.
  • Gerar relatórios financeiros por projeto para os financiadores, sem retrabalho.
  • Detectar despesas fora do orçamento antes que virem um problema.
  • Tomar decisões sobre onde cortar ou onde investir mais.

✅ Categorias recomendadas para despesas em ONGs

Recursos Humanos (salários, encargos, benefícios, pró-labore) | Infraestrutura (aluguel, energia, telefone, internet) | Projetos — segregado por projeto ou convênio | Administrativo (material de escritório, contabilidade, jurídico) | Comunicação (marketing, eventos, impressão) | Capacitação (cursos, formações da equipe) | Tecnologia (softwares, equipamentos)

Erro 6: Registrar as despesas de memória, dias ou semanas depois

A cena é familiar: a coordenadora compra material de escritório em dinheiro numa quinta-feira. Guarda o cupom fiscal na bolsa. Na segunda-feira seguinte, quando vai lançar no sistema, não encontra mais o cupom. Registra de memória, aproximando o valor. Duas semanas depois, o saldo não fecha.

Manter um controle financeiro adequado significa saber, a qualquer momento, para onde o dinheiro da entidade está indo. Um controle inadequado leva a despesas que passam despercebidas e receitas que não são cobradas no prazo. Com o tempo, esse acúmulo de pequenos deslizes cria um abismo entre o que está registrado e o que realmente aconteceu.

O hábito de registrar a despesa no mesmo dia em que ela acontece é simples, mas faz uma diferença enorme. Algumas formas de tornar isso mais fácil:

  • Fotos dos comprovantes tiradas na hora com o celular, usando um aplicativo de organização de documentos.
  • Uma pasta física na mesa do financeiro para todos os comprovantes do dia.
  • Formulário padronizado de reembolso para colaboradores: quem gasta preenche o formulário com comprovante anexado antes de receber o reembolso, nunca depois.
  • Para despesas recorrentes (aluguel, internet, telefone), criar um lançamento automático ou um lembrete mensal.

Erro 7: Não ter um fundo de reserva documentado

Imagine que o repasse de um convênio atrasa dois meses. Ou que um doador importante cancela o compromisso de última hora. Ou que uma reforma emergencial no espaço da ONG come boa parte do orçamento operacional.

Sem uma reserva financeira, qualquer um desses imprevistos pode paralisar os projetos, atrasar salários e colocar em risco o que a organização levou anos para construir. E o problema não é só não ter o dinheiro é não ter documentado como esse dinheiro seria usado.

O fundo de reserva precisa estar escrito. Nas políticas financeiras da entidade, com definição do percentual mínimo a ser mantido (a referência comum é entre 3 e 6 meses de despesas operacionais), dos critérios para uso e do processo de recomposição após o uso. Sem essa documentação, o fundo não tem respaldo formal e pode acabar sendo usado de forma irregular.

Como montar um sistema de registro de despesas para ONG: 8 passos práticos

Você não precisa de um software caro nem de uma equipe financeira robusta para começar. Estes 8 passos podem ser implementados agora, com o que você já tem.

  1. Defina categorias padronizadas de despesa e registre todas as saídas dentro dessas categorias. Use as sugeridas no Erro 5 como ponto de partida e adapte à realidade da sua entidade.
  2. Abra uma conta bancária exclusiva por projeto ou convênio. Nunca misture recursos de origens diferentes. Isso é exigência do MROSC e protege a ONG em qualquer auditoria.
  3. Adote o regime de competência: registre a despesa na data em que ela aconteceu, não na data em que o pagamento foi processado. Isso evita inconsistências no fechamento mensal.
  4. Colete comprovantes fiscais válidos (NF-e ou NFS-e) com o CNPJ da ONG como destinatário e descrição detalhada do serviço ou produto. Faça isso antes de pagar, não depois.
  5. Faça a conciliação bancária toda semana. Compare o extrato com os registros internos e identifique qualquer diferença antes que ela vire problema. 30 a 60 minutos por semana já bastam para organizações com movimentação moderada.
  6. Registre o trabalho voluntário conforme a ITG 2002 (R1). Débito em despesas operacionais e crédito em receitas de gratuidade, pelo valor justo de mercado para aquela função.
  7. Gere relatórios financeiros mensais por projeto e compartilhe com a diretoria e o conselho fiscal. Transparência interna é o melhor antídoto contra erros externos.
  8. Documente e mantenha um fundo de reserva. Determine o percentual mínimo, os critérios de uso e o processo de recomposição nas políticas financeiras da entidade.

 

Perguntas Frequentes sobre Gestão Financeira de ONGs

Qual é a norma contábil que regula o registro de despesas em ONGs no Brasil?

A ITG 2002 (R1), publicada pelo Conselho Federal de Contabilidade em setembro de 2015, é a norma que regula a contabilidade do terceiro setor no Brasil. Ela estabelece, entre outros pontos, o tratamento contábil de subvenções, trabalho voluntário e depreciação de ativos.

O trabalho voluntário precisa ser registrado nas finanças da ONG?

Sim. Pela ITG 2002 (R1), o trabalho voluntário — incluindo o de membros da diretoria — deve ser reconhecido pelo valor justo da prestação do serviço. O lançamento é feito simultaneamente como despesa operacional e receita de gratuidade, sem movimentação financeira real, mas com obrigatoriedade contábil.

Com que frequência uma ONG deve realizar a conciliação bancária?

O recomendado é semanalmente para entidades com movimentação ativa, e no mínimo mensalmente para entidades com menor volume de transações. O objetivo é identificar divergências entre os registros internos e o extrato bancário antes que acumulem e dificultem a prestação de contas.

Qual software de gestão financeira é recomendado para ONGs?

Não existe uma resposta única, depende do tamanho e do volume de projetos da entidade. Para entidades menores, planilhas no Google Sheets com controle padronizado já são um avanço. Para organizações com múltiplos convênios, sistemas específicos para o terceiro setor oferecem categorização personalizável e relatórios automáticos. O mais importante é que o sistema escolhido permita segregar despesas por projeto e gerar relatórios auditáveis.

 

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Isso facilita a transparência e a prestação de contas, fortalecendo a confiança dos doadores e garantindo a continuidade do apoio.

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PUBLICADO 13 de Março de 2026
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Recursos Auditório 2 16 de Abril 11h30 às 12h15 Como a Gestão Inteligente de Recursos Pode Potencializar a Captação Gestão + Recursos Auditório 3 16 de Abril 11h30 às 12h15 Crise de reputação e impacto na captação de recursos Recursos Auditório 4 16 de Abril 11h30 às 12h15 CEBAS como estratégia da economia tributária para o desenvolvimento das OSCs Legal/Contábil Auditório Beberibe 16 de Abril 11h30 às 12h15 Impacto que escala: automações sem código para gestores do terceiro setor Gestão Auditório Brum 16 de Abril 11h30 às 12h15 Destravando o potencial de destinação do IRPF para projetos incentivados Recursos Auditório Ribeira 16 de Abril 11h30 às 12h15 Aspectos legais da Cisão e da Incorporação no Terceiro Setor Legal/Contábil Sala Petrolândia 16 de Abril 11h30 às 12h15 Captação Descomplicada para Organizações Pequenas Recursos Sala Arcoverde 16 de Abril 11h30 às 12h15 Transparência que Transforma: Como OSCs Podem Catalisar Confiança, Captação e... Recursos Sala Petrolina 16 de Abril 14h às 15h Painel CEBAS na prática: desafios e seu papel regulatório no Terceiro Setor Legal/Contábil Auditório 1 16 de Abril 14h às 15h Painel: Cultura de Doação no Brasil: o que é e como inserir sua organização neste contexto? Causa Auditório 2 16 de Abril 14h às 15h Gestão estratégica no Terceiro Setor: lições globais aplicadas ao Brasil Gestão Auditório 3 16 de Abril 14h às 15h Do luto ao legado: inclusão digital criando futuros brilhantes Causa Auditório 4 16 de Abril 15h às 16h Painel: Transparência e Compliance: necessidades e desafios na era da Reforma... Legal/Contábil Auditório 1 16 de Abril 15h às 16h Painel: Investimento Social Privado: quem decide o sucesso de um projeto social: doadores... Recursos Auditório 2 16 de Abril 15h às 16h Os vilões que sabotam a captação e o financeiro das ONGs Gestão + Recursos Auditório 3 16 de Abril 15h às 16h Captação de Recursos com Diversificação de fontes de financiamento: combinando ... Recursos Auditório 4 16 de Abril 16h30 às 17h30 Painel: Transformação Digital: Como a IA Pode Potencializar a Captação de Recursos Recursos Auditório 1 16 de Abril 16h30 às 17h30 Painel: Transferências da União: do Transferegov à entrega dos resultados dos projetos sociais Legal/Contábil + Recursos Auditório 2 16 de Abril 16h30 às 17h30 Inclusão Produtiva no Terceiro Setor: caminhos de fortalecimento em rede Gestão Auditório 3 16 de Abril 16h30 às 17h30 Filantropia baseada na confiança: quem tem tempo para confiar? – Como a busca... Causa Auditório 4 16 de Abril 17h30 às 18h30 Painel: Governança e papel dos Conselhos nas Organizações do Terceiro Setor Gestão + Legal/Contábil Auditório 1 16 de Abril 17h30 às 18h30 Painel: Marketing Digital com Propósito: transformando impacto social em narrativas qu... Recursos Auditório 2 16 de Abril 17h30 às 18h30 ISP no Brasil e o fortalecimento das OSCs – Um olhar a partir do Censo Gife 2024-2025 Causa Auditório 3 16 de Abril 17h30 às 18h30 Cooperativas e Terceiro Setor: onde o econômico encontra o social Legal/Contábil Auditório 4 17 de Abril 9h às 9h15 Abertura Não informado Auditório 1, 2 e 3 17 de Abril 9h15 às 9h55 Liderança e Gestão de Pessoas – case Disney Gestão Auditório 1, 2 e 3 17 de Abril 9h55 às 10h35 Liderança que Inspira: O Poder da Oratória na Construção de Causas e Projetos Sociais Gestão Auditório 1, 2 e 3 17 de Abril 10h55 às 11h35 927 mil organizações no Brasil: miragem ou verdade? Gestão Auditório 1, 2 e 3 17 de Abril 11h35 às 12h15 4 pilares que geram e sustentam impacto no território – O que aprendemos construindo ... Causa Auditório 1, 2 e 3 17 de Abril 12h15 às 12h55 16 anos de uma jornada apoiando mulheres e o que ainda precisamos fazer Causa Auditório 1, 2 e 3 17 de Abril 13h às 13h30 Encerramento do FIFE 2026 Não informado Auditório 1, 2 e 3 🗓️ 14 de Abril – Terça-feira (Pré-Eventos) 9h às 17h: Masterclasses e Pré-eventos Encontro Ibero-Americano de Voluntariado Estratégico (Aud 4) Masterclass CEBAS (Sala Petrolândia) Masterclass CAPTA (Sala Petrolina) Cultura de Doação no Brasil (Sala Arcoverde) 18h às 20h30: Abertura (Teatro Guararapes) Relacionamento e Atitude Pós-IA Marcos Rossi - O Que É Impossível pra Você? 🗓️ 15 de Abril – Quarta-feira (Integração Total) Bloco 1 (09:00 às 09:45) Palestra Sala Reforma Tributária: Sustentabilidade Aud 1 Parcerias Públicas sem complicação Aud 2 Planejamento Estratégico de Captação Aud 3 Comunicação de Fronteira Aud 4 NR-1 Psicossociais Aud Beberibe Auditoria Contábil Projetos Aud Brum IA e LGPD Aud Ribeira Organizações Religiosas: Gestão Sala Petrolândia Startups para Ongeiros Sala Arcoverde Gestão de Riscos e Crises Sala Petrolina Bloco 2 (09:50 às 10:35) Palestra Sala Programa de Integridade Aud 1 MROSC e Atuação em Rede Aud 2 Captação Norte e Nordeste Aud 3 Rebranding de Sucesso Aud 4 Diversidade e Desigualdades Aud Beberibe Indicadores de Impacto em Editais Aud Brum IA + Régua de Cultivo Aud Ribeira Aspectos Estatutários Religiosos Sala Petrolândia Gamificação e Voluntariado Sala Arcoverde Avaliação Organizacional Integral Sala Petrolina Bloco 3 (10:40 às 11:25) Palestra Sala Gestão Tributária OSCs: Reforma Aud 1 Pessoa Idosa: Políticas Públicas Aud 2 Equilíbrio entre Sentimento e Razão Aud 3 Desenvolvimento Institucional Aud 4 Captação e Voluntariado Aud Beberibe Prestação de Contas Credibilidade Aud Brum Inteligência de Impacto e IA Aud Ribeira Imperícia Contábil e Código Civil Sala Petrolândia Código da Liderança de Impacto Sala Arcoverde Autogestão e Sustentabilidade Sala Petrolina Bloco 4 (11:30 às 12:15) Palestra Sala Contabilidade para não Contadores Aud 1 Investimento Socioambiental fundos Aud 2 Sua organização fala com uma só voz? Aud 3 Marketing de Causa Aud 4 Competências Liderança Equipes Aud Beberibe Indicadores que Convencem Aud Brum IA com causa: Agentes Inteligentes Aud Ribeira Marketing Religioso Sala Petrolândia Inclusão Socioprodutiva em Rede Sala Arcoverde Do Excel ao Business Intelligence Sala Petrolina Painéis de Tarde (14:00 às 18:30) 14h-15h: Reforma tributária e impactos na captação (Aud 1), Voluntariado (Aud 2), IA Projetos (Aud 3). 15h-16h: Ética IA (Aud 1), Planejamento Estratégico (Aud 2), Editais (Aud 3), Crises Climáticas (Aud 4). 16h30-17h30: NR1 e Saúde Mental (Aud 1), Captação Internacional (Aud 2), IA na Prática (Aud 3). 17h30-18h30: Inovação (Aud 1), O que é Terceiro Setor? (Aud 2), Editais (Aud 3). 🗓️ 16 de Abril – Quinta-feira (Continuação Completa) Lista Exaustiva Dia 16 (09:00 às 12:15) Horário Palestra Auditório 09h Reforma Tributária na prática Aud 1 09h Teoria da Mudança Aud 2 09h Plano de Captação Simples Aud 3 09h50 Da Execução à Estratégia: Adm/Fin Aud 2 09h50 Compliance Contábil Aud Beberibe 10h40 Estatuto e Governança Aud 1 10h40 CEBAS: Lei 187/2021 Aud Beberibe 11h30 Compliance e Transparência: Exigência Aud 1 11h30 Gestão Inteligente de Recursos Aud 3 Painéis de Tarde Dia 16 (14:00 às 18:30) 14h-15h: CEBAS (Aud 1), Cultura de Doação (Aud 2), Gestão Estratégica Global (Aud 3). 15h-16h: Transparência e Reforma (Aud 1), Investimento Social ISP (Aud 2), Vilões Captação (Aud 3). 16h30-17h30: Transformação Digital IA (Aud 1), Transferências União (Aud 2), Filantropia Confiança (Aud 4). 17h30-18h30: Papel dos Conselhos (Aud 1), Marketing com Propósito (Aud 2), Censo Gife (Aud 3). 🗓️ 17 de Abril – Sexta-feira (Encerramento) 09h15 - Liderança Case Disney (Auditórios 1, 2 e 3) 09h55 - Oratória na Construção de Causas 10h55 - 927 mil organizações no Brasil: miragem ou verdade? 11h35 - 4 pilares de impacto no território 13h00 - Encerramento Oficial FIFE 2026 A Transparência é sua melhor ferramenta de Captação O Bússola Financeiro automatiza sua gestão para que você foque no impacto. 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