Gestão no Terceiro setor

Como medir a capacidade de atendimento da sua ONG

Publicado 09 de Agosto de 2024
11 min. de leitura

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Para uma equipe que trabalha em uma ONG, onde a sobrecarga de tarefas, a busca constante por recursos e a elaboração de projetos consomem preciosas horas do dia, medir a capacidade de atendimento pode parecer apenas mais uma demanda.

Neste artigo, você vai entender como, ao monitorar a capacidade de atendimento, a equipe pode identificar onde estão as maiores necessidades e onde os recursos devem ser direcionados com mais eficiência. Além de compreender como essa prática pode tornar a organização mais atrativa para potenciais financiadores e parceiros. 

Qual a importância de mensurar a capacidade de atendimento

Mensurar a capacidade de atendimento de uma ONG vai além de simplesmente contar o número de pessoas assistidas. Envolve uma análise profunda da eficácia dos serviços prestados e da eficiência com que os recursos são utilizados para atender às necessidades da comunidade. 

Vejamos algumas razões pelas quais é importante mensurar essa capacidade:

  • Identificação de áreas de melhoria: ao medir a capacidade de atendimento, a ONG irá identificar onde há deficiências em seus processos e operações. Isso pode incluir tempo de espera excessivo, falta de recursos adequados ou lacunas na prestação de serviços. Identificar essas áreas permite que a organização implemente melhorias específicas para otimizar o atendimento.
  • Otimização de recursos: ao entender melhor sua capacidade de atendimento, a ONG pode alocar seus recursos de forma mais eficaz. Isso significa garantir que o pessoal, o financiamento e outros recursos estejam sendo direcionados para onde são mais necessários e possam ter o maior impacto positivo.
  • Planejamento estratégico: ter uma visão clara da capacidade de atendimento permite que a ONG planeje suas atividades de forma mais estratégica. Isso inclui antecipar picos sazonais na demanda, planejar a expansão de programas ou serviços e identificar oportunidades de colaboração com outras organizações ou instituições.
  • Antecipação de gargalos: ao monitorar regularmente a capacidade de atendimento, a ONG pode antecipar possíveis gargalos ou obstáculos que possam surgir. Isso permite que a organização tome medidas proativas para mitigar esses problemas e garantir que continue a fornecer serviços de alta qualidade à comunidade.

Em resumo, mensurar a capacidade de atendimento não só ajuda a identificar áreas de melhoria e otimizar o uso de recursos, mas também permite que a ONG planeje suas atividades de forma estratégica e antecipe possíveis desafios. É uma prática fundamental para garantir que a organização possa atender de forma eficaz às necessidades da comunidade que serve.

Como mensurar a capacidade de atendimento da sua ONG

Utilize métricas quantitativas

  • Meça números concretos relacionados ao atendimento, como o número total de pessoas atendidas em um determinado período, o número de atendimentos realizados, ou o tempo médio de espera dos beneficiários. Essas métricas quantitativas fornecem uma visão clara da capacidade de atendimento da sua ONG.

Avalie a qualidade do atendimento

  • Além de quantificar o atendimento, é crucial avaliar sua qualidade. Isso pode ser feito por meio de pesquisas de satisfação dos beneficiários, feedbacks dos envolvidos e análise de reclamações ou elogios recebidos. Essas informações qualitativas ajudam a entender melhor como o atendimento é percebido pela comunidade atendida.

Monitore recursos disponíveis

  • Acompanhe de perto os recursos disponíveis para o atendimento, como pessoal, financiamento e materiais. Mantenha registros atualizados sobre a capacidade atual e prevista desses recursos, e esteja preparado para ajustar a alocação conforme necessário para atender à demanda de forma eficaz.

Utilize tecnologia

  • A tecnologia pode ser uma aliada poderosa na mensuração da capacidade de atendimento. Sistemas de gestão de dados podem fornecer insights valiosos sobre o desempenho da sua ONG, permitindo a análise de tendências, identificação de padrões e acompanhamento em tempo real da demanda e dos recursos disponíveis.

Para entender melhor como medir a capacidade de atendimento de uma ONG, preparamos o seguinte exemplo:

Imagine que uma ONG que fornece serviços de aconselhamento familiar queira medir sua capacidade de atendimento. Ela pode começar avaliando sua infraestrutura física e tecnológica, verificando se tem salas suficientes para as consultas e se possui sistemas adequados para agendar e registrar os atendimentos.

Em seguida, a ONG pode analisar a demanda, realizando pesquisas com as famílias atendidas para entender suas necessidades e expectativas. Com base nesses dados, ela pode estimar o tempo médio de atendimento e o volume de consultas esperado em um determinado período.

Em seguida, a ONG pode acompanhar o número total de consultas realizadas em um mês e o tempo médio de espera dos beneficiários. Ao mesmo tempo, ela pode coletar feedback dos beneficiários para avaliar a qualidade do atendimento.

Monitorando de perto os recursos disponíveis, como número de conselheiros disponíveis e financiamento para contratação de pessoal adicional, a ONG pode garantir que tenha capacidade suficiente para atender à demanda.

Por fim, a ONG pode usar tecnologia, como uma planilha de dados sobre os atendidos, para acompanhar esses indicadores e garantir uma análise eficaz ao longo do tempo. Essas práticas ajudarão a ONG a entender melhor sua capacidade de atendimento e a tomar decisões informadas para melhorar seus serviços.

Para entender melhor como coletar e monitorar dados dos beneficiários, leia este artigo.

Como o cadastro dos atendidos se relaciona com essa prática

Quando os dados dos beneficiários são registrados e organizados de forma sistemática, a ONG pode ter uma visão clara e abrangente de quem está sendo atendido, quais serviços estão sendo prestados e com que frequência.

Isso permite que a equipe acompanhe de perto a capacidade de atendimento, entendendo quantas pessoas estão sendo beneficiadas, quais são suas necessidades específicas e se os recursos estão sendo alocados de maneira eficiente. 

Além disso, a organização dos dados facilita a análise de tendências ao longo do tempo, ajudando a identificar padrões de demanda e a prever necessidades futuras. 

Em resumo, a organização dos dados dos atendidos é fundamental para uma avaliação precisa da capacidade de atendimento de uma ONG e para garantir que ela possa atender às necessidades da comunidade de forma eficaz e sustentável.

Métricas e indicadores para acompanhar e medir a capacidade de atendimento

Para mensurar a capacidade de atendimento da sua ONG e qualidade dos serviços que ela oferece, é indispensável utilizar dados que reflitam a realidade das operações e das comunidades atendidas. 

Para isso, listamos algumas métricas e indicadores que você pode acompanhar para tornar sua avaliação mais palpável e realista: 

Taxa de utilização de recursos: esse dado irá permitir que sua ONG mensure o quanto os recursos disponíveis estão sendo utilizados em relação à capacidade total. Por exemplo, se uma ONG tem capacidade para atender 100 pessoas por mês, mas apenas 70 são atendidas, a taxa de utilização de recursos é de 70%, e mostra que há necessidade de melhorias e otimização nos processos.

Tempo médio de atendimento: essa métrica mede o tempo médio necessário para atender cada demanda. Por exemplo, se uma ONG leva em média 30 minutos para atender cada pessoa em um programa específico, o tempo médio de atendimento é de 30 minutos. Ter compreensão sobre esse dado permite que você saiba quantas pessoas será possível atender por mês e quantos colaboradores são necessários para que toda a comunidade seja atendida em determinado período de tempo. 

Índice de satisfação: com essa métrica, é possível medir o nível de satisfação dos beneficiários com os serviços prestados pela ONG. Esse dado pode ser coletado por meio de pesquisas de satisfação; por exemplo, se 80% dos beneficiários responderem que estão satisfeitos ou muito satisfeitos com os serviços da ONG, o índice de satisfação do cliente é de 80%, lembrando que é possível ouvir aqueles que se demonstraram insatisfeitos a fim de entender quais são as suas expectativas e necessidades.

Taxa de resolução no primeiro contato: essa métrica mede a capacidade da ONG de resolver as demandas dos beneficiários no primeiro contato. Por exemplo, se a ONG consegue resolver 90% das demandas dos beneficiários sem a necessidade de encaminhamento para outros serviços, a taxa de resolução no primeiro contato é de 90%. Esse índice mostra se os processos internos da ONG são práticos e resolutivos, além de indicar se as pessoas que estão à frente do atendimento estão aptas para realizar essa função

Taxa de retorno de beneficiários: essa métrica avalia quantos beneficiários retornam para utilizar os serviços da ONG novamente. Por exemplo, se 60% dos beneficiários que utilizaram os serviços da ONG no ano anterior retornaram no ano seguinte, a taxa de retorno de beneficiários é de 60%. Isso quer dizer que é possível compreender como está o engajamento dos beneficiários, ou seja, o número de retorno pode indicar se suas necessidades estão sendo atendidas. 

Tempo de espera: como esse dado você pode medir o tempo que os beneficiários precisam esperar para receber atendimento ou serviços. Por exemplo, se o tempo médio de espera para ser atendido pela ONG é de 15 dias, isso pode indicar que a ONG precisa contratar mais colaboradores, arrecadar mais recursos, melhorar seus canais de comunicação ou otimizar processos burocráticos.

Como avaliar a qualidade do atendimento oferecido aos beneficiários

Agora que você já compreende como mensurar a capacidade de atendimento, é necessário cuidar da qualidade desse serviço, para garantir o engajamento dos atendidos e o alcance de bons resultados. 

Em outras palavras, a avaliação da qualidade do atendimento oferecido aos beneficiários é essencial para garantir que a ONG esteja cumprindo sua missão e atendendo às necessidades da comunidade de forma adequada. 

Pensando nisso, nosso time listou algumas formas de avaliar a qualidade do atendimento:

  • Realize pesquisas de satisfação: realize pesquisas regulares de satisfação com os beneficiários para coletar feedback direto sobre suas experiências com os serviços da ONG. Essas pesquisas podem incluir perguntas sobre a qualidade do atendimento, a eficácia dos programas, a cortesia e a competência da equipe, entre outros aspectos relevantes.

  • Facilite a comunicação: além das pesquisas formais, a ONG pode facilitar canais para que os beneficiários forneçam feedback direto de forma contínua. Isso pode incluir caixas de sugestões, reuniões abertas com a comunidade, linhas telefônicas de atendimento ao cliente ou formulários online.

  • Avalie os depoimentos recebidos: monitorar e analisar as reclamações e elogios recebidos pelos beneficiários pode fornecer insights valiosos sobre a qualidade do atendimento. Identificar padrões nas reclamações pode ajudar a identificar áreas de melhoria, enquanto os elogios podem destacar pontos fortes e boas práticas a serem replicadas.

  • Avalie o desempenho da equipe: avaliar o desempenho da equipe por meio de indicadores como tempo médio de espera, taxa de resolução no primeiro contato e índice de satisfação irá ajudar a identificar áreas de excelência e oportunidades de desenvolvimento para a equipe.

  • Relacione dados quantitativos e qualitativos: além de coletar feedback direto dos beneficiários, a ONG deve analisar dados quantitativos, como o número de atendimentos realizados, tempo médio de atendimento e taxa de retorno de beneficiários. Combinar dados quantitativos e qualitativos oferece uma visão mais abrangente da qualidade do atendimento.

Portanto, lembre-se de que, ao implementar essas estratégias de avaliação da qualidade do atendimento, a ONG pode identificar áreas de sucesso e oportunidades de melhoria, garantindo que seus serviços atendam de forma eficaz e compassiva às necessidades da comunidade que ela atende.

8 práticas para melhorar a capacidade de atendimento

Você já sabe como mensurar a capacidade e qualidade do atendimento da sua ONG e quais métricas utilizar, mas implementar essa ação no dia a dia pode ser bastante desafiador, por isso, nosso time de especialistas listou 8 práticas que você deve adotar para melhorar a capacidade de atendimento do seu projeto social:  

  1. Invista em capacitação: proporcionar treinamentos e capacitações regulares para a equipe da ONG pode melhorar suas habilidades e conhecimentos, tornando-os mais preparados para lidar com as demandas dos beneficiários. Você pode, por exemplo, oferecer cursos de atendimento ao cliente para aprimorar as habilidades de comunicação da equipe.

  2. Automatize processos: utilizar tecnologias e sistemas automatizados pode agilizar e simplificar as operações da ONG, permitindo que mais beneficiários sejam atendidos em menos tempo. Por exemplo, é possível implementar um sistema de agendamento online para reduzir o tempo de espera e facilitar o acesso aos serviços.

  3. Estabeleça parcerias: buscar parcerias com outras organizações ou instituições pode ampliar os recursos disponíveis e expandir a capacidade de atendimento da ONG. Lembre-se de firmar parcerias com empresas locais para oferecer serviços gratuitos ou com universidades para realizar campanhas de conscientização.

  4. Monitore e ajuste: acompanhar regularmente as métricas e indicadores de capacidade de atendimento permite identificar áreas de melhoria e fazer ajustes conforme necessário. Por exemplo, analisar o tempo médio de espera e realocar recursos para reduzi-lo, ou revisar o processo de triagem para garantir uma distribuição mais equitativa dos serviços.

  5. Promova a colaboração interna: incentivar a colaboração e o trabalho entre os membros da organização pode otimizar o fluxo de trabalho e aumentar a eficiência operacional. As equipes podem realizar reuniões periódicas para compartilhar ideias e discutir estratégias para melhorar o atendimento aos beneficiários, por exemplo. 

  6. Realize acompanhamentos: estabelecer um processo contínuo de acompanhamento é essencial para garantir que a ONG tenha uma visão atualizada de sua capacidade de atendimento. Isso pode envolver a definição de intervalos regulares para coletar e analisar dados, como semanalmente, mensalmente ou trimestralmente, dependendo da escala e da dinâmica das operações da organização. Além disso, é importante designar responsáveis pela tarefa de monitoramento e garantir que haja um sistema claro para registrar e compartilhar os resultados com toda a equipe.

  7. Identifique áreas de melhoria: ao analisar os dados das métricas e indicadores, é possível identificar áreas específicas que podem ser aprimoradas para aumentar a capacidade de atendimento da ONG. Por exemplo, se a taxa de utilização de recursos estiver baixa em determinada unidade ou programa, isso pode indicar a necessidade de realocar recursos para essa área ou revisar as estratégias de divulgação para atrair mais beneficiários. A análise cuidadosa dos dados permite que a equipe identifique e priorize as áreas de maior impacto potencial.

  8. Tome decisões informadas: com base nos insights obtidos por meio das métricas e indicadores, a equipe da ONG pode tomar decisões operacionais mais embasadas e estratégicas. Por exemplo, se a taxa de capacidade ociosa estiver alta, a ONG pode decidir expandir seus programas ou serviços para aproveitar melhor os recursos disponíveis e atender a uma parcela maior da comunidade. Essas decisões devem ser apoiadas por análises cuidadosas e, quando possível, testadas por meio de pilotos ou experimentos controlados.

Como a plataforma da Bússola Social facilita a gestão do atendimento em ONGs

A plataforma da Bússola Social oferece recursos que possibilitam o acompanhamento das atividades realizadas e a gestão organizada dos dados dos beneficiários. Com funcionalidades como relatórios de oficinas e eventos, registro da participação individual, monitoramento dos atendimentos e acesso ao histórico completo dos beneficiários, as OSCs podem obter uma visão ampla de suas operações. 

Além disso, a plataforma fornece insights sobre o perfil dos atendidos e o impacto das ações da organização, facilitando a tomada de decisões estratégicas e o aprimoramento contínuo dos serviços oferecidos.

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Relatórios de oficinas: Crie relatórios com frequência e carga horária de todas as atividades desenvolvidas em grupos, aulas, workshops e eventos.

Participação individual: Acompanhe a participação individual de cada atendido nas atividades e tenha uma visão detalhada para a sua equipe.

Atendimentos: Monitore os atendimentos realizados e realize análises detalhadas com base no tipo de atendimento ou no profissional responsável.

Histórico dos atendidos: Acesse todo o histórico de atendimentos recebidos, ações realizadas e anotações relacionadas aos atendidos da instituição.

Perfil dos atendidos: Consulte informações detalhadas sobre o perfil socioeconômico dos atendidos, incluindo faixa etária, gênero, cor da pele, escolaridade, renda familiar, entre outros.

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Recursos Sala Petrolina 16 de Abril 14h às 15h Painel CEBAS na prática: desafios e seu papel regulatório no Terceiro Setor Legal/Contábil Auditório 1 16 de Abril 14h às 15h Painel: Cultura de Doação no Brasil: o que é e como inserir sua organização neste contexto? Causa Auditório 2 16 de Abril 14h às 15h Gestão estratégica no Terceiro Setor: lições globais aplicadas ao Brasil Gestão Auditório 3 16 de Abril 14h às 15h Do luto ao legado: inclusão digital criando futuros brilhantes Causa Auditório 4 16 de Abril 15h às 16h Painel: Transparência e Compliance: necessidades e desafios na era da Reforma... Legal/Contábil Auditório 1 16 de Abril 15h às 16h Painel: Investimento Social Privado: quem decide o sucesso de um projeto social: doadores... Recursos Auditório 2 16 de Abril 15h às 16h Os vilões que sabotam a captação e o financeiro das ONGs Gestão + Recursos Auditório 3 16 de Abril 15h às 16h Captação de Recursos com Diversificação de fontes de financiamento: combinando ... Recursos Auditório 4 16 de Abril 16h30 às 17h30 Painel: Transformação Digital: Como a IA Pode Potencializar a Captação de Recursos Recursos Auditório 1 16 de Abril 16h30 às 17h30 Painel: Transferências da União: do Transferegov à entrega dos resultados dos projetos sociais Legal/Contábil + Recursos Auditório 2 16 de Abril 16h30 às 17h30 Inclusão Produtiva no Terceiro Setor: caminhos de fortalecimento em rede Gestão Auditório 3 16 de Abril 16h30 às 17h30 Filantropia baseada na confiança: quem tem tempo para confiar? – Como a busca... Causa Auditório 4 16 de Abril 17h30 às 18h30 Painel: Governança e papel dos Conselhos nas Organizações do Terceiro Setor Gestão + Legal/Contábil Auditório 1 16 de Abril 17h30 às 18h30 Painel: Marketing Digital com Propósito: transformando impacto social em narrativas qu... Recursos Auditório 2 16 de Abril 17h30 às 18h30 ISP no Brasil e o fortalecimento das OSCs – Um olhar a partir do Censo Gife 2024-2025 Causa Auditório 3 16 de Abril 17h30 às 18h30 Cooperativas e Terceiro Setor: onde o econômico encontra o social Legal/Contábil Auditório 4 17 de Abril 9h às 9h15 Abertura Não informado Auditório 1, 2 e 3 17 de Abril 9h15 às 9h55 Liderança e Gestão de Pessoas – case Disney Gestão Auditório 1, 2 e 3 17 de Abril 9h55 às 10h35 Liderança que Inspira: O Poder da Oratória na Construção de Causas e Projetos Sociais Gestão Auditório 1, 2 e 3 17 de Abril 10h55 às 11h35 927 mil organizações no Brasil: miragem ou verdade? Gestão Auditório 1, 2 e 3 17 de Abril 11h35 às 12h15 4 pilares que geram e sustentam impacto no território – O que aprendemos construindo ... Causa Auditório 1, 2 e 3 17 de Abril 12h15 às 12h55 16 anos de uma jornada apoiando mulheres e o que ainda precisamos fazer Causa Auditório 1, 2 e 3 17 de Abril 13h às 13h30 Encerramento do FIFE 2026 Não informado Auditório 1, 2 e 3 🗓️ 14 de Abril – Terça-feira (Pré-Eventos) 9h às 17h: Masterclasses e Pré-eventos Encontro Ibero-Americano de Voluntariado Estratégico (Aud 4) Masterclass CEBAS (Sala Petrolândia) Masterclass CAPTA (Sala Petrolina) Cultura de Doação no Brasil (Sala Arcoverde) 18h às 20h30: Abertura (Teatro Guararapes) Relacionamento e Atitude Pós-IA Marcos Rossi - O Que É Impossível pra Você? 🗓️ 15 de Abril – Quarta-feira (Integração Total) Bloco 1 (09:00 às 09:45) Palestra Sala Reforma Tributária: Sustentabilidade Aud 1 Parcerias Públicas sem complicação Aud 2 Planejamento Estratégico de Captação Aud 3 Comunicação de Fronteira Aud 4 NR-1 Psicossociais Aud Beberibe Auditoria Contábil Projetos Aud Brum IA e LGPD Aud Ribeira Organizações Religiosas: Gestão Sala Petrolândia Startups para Ongeiros Sala Arcoverde Gestão de Riscos e Crises Sala Petrolina Bloco 2 (09:50 às 10:35) Palestra Sala Programa de Integridade Aud 1 MROSC e Atuação em Rede Aud 2 Captação Norte e Nordeste Aud 3 Rebranding de Sucesso Aud 4 Diversidade e Desigualdades Aud Beberibe Indicadores de Impacto em Editais Aud Brum IA + Régua de Cultivo Aud Ribeira Aspectos Estatutários Religiosos Sala Petrolândia Gamificação e Voluntariado Sala Arcoverde Avaliação Organizacional Integral Sala Petrolina Bloco 3 (10:40 às 11:25) Palestra Sala Gestão Tributária OSCs: Reforma Aud 1 Pessoa Idosa: Políticas Públicas Aud 2 Equilíbrio entre Sentimento e Razão Aud 3 Desenvolvimento Institucional Aud 4 Captação e Voluntariado Aud Beberibe Prestação de Contas Credibilidade Aud Brum Inteligência de Impacto e IA Aud Ribeira Imperícia Contábil e Código Civil Sala Petrolândia Código da Liderança de Impacto Sala Arcoverde Autogestão e Sustentabilidade Sala Petrolina Bloco 4 (11:30 às 12:15) Palestra Sala Contabilidade para não Contadores Aud 1 Investimento Socioambiental fundos Aud 2 Sua organização fala com uma só voz? Aud 3 Marketing de Causa Aud 4 Competências Liderança Equipes Aud Beberibe Indicadores que Convencem Aud Brum IA com causa: Agentes Inteligentes Aud Ribeira Marketing Religioso Sala Petrolândia Inclusão Socioprodutiva em Rede Sala Arcoverde Do Excel ao Business Intelligence Sala Petrolina Painéis de Tarde (14:00 às 18:30) 14h-15h: Reforma tributária e impactos na captação (Aud 1), Voluntariado (Aud 2), IA Projetos (Aud 3). 15h-16h: Ética IA (Aud 1), Planejamento Estratégico (Aud 2), Editais (Aud 3), Crises Climáticas (Aud 4). 16h30-17h30: NR1 e Saúde Mental (Aud 1), Captação Internacional (Aud 2), IA na Prática (Aud 3). 17h30-18h30: Inovação (Aud 1), O que é Terceiro Setor? (Aud 2), Editais (Aud 3). 🗓️ 16 de Abril – Quinta-feira (Continuação Completa) Lista Exaustiva Dia 16 (09:00 às 12:15) Horário Palestra Auditório 09h Reforma Tributária na prática Aud 1 09h Teoria da Mudança Aud 2 09h Plano de Captação Simples Aud 3 09h50 Da Execução à Estratégia: Adm/Fin Aud 2 09h50 Compliance Contábil Aud Beberibe 10h40 Estatuto e Governança Aud 1 10h40 CEBAS: Lei 187/2021 Aud Beberibe 11h30 Compliance e Transparência: Exigência Aud 1 11h30 Gestão Inteligente de Recursos Aud 3 Painéis de Tarde Dia 16 (14:00 às 18:30) 14h-15h: CEBAS (Aud 1), Cultura de Doação (Aud 2), Gestão Estratégica Global (Aud 3). 15h-16h: Transparência e Reforma (Aud 1), Investimento Social ISP (Aud 2), Vilões Captação (Aud 3). 16h30-17h30: Transformação Digital IA (Aud 1), Transferências União (Aud 2), Filantropia Confiança (Aud 4). 17h30-18h30: Papel dos Conselhos (Aud 1), Marketing com Propósito (Aud 2), Censo Gife (Aud 3). 🗓️ 17 de Abril – Sexta-feira (Encerramento) 09h15 - Liderança Case Disney (Auditórios 1, 2 e 3) 09h55 - Oratória na Construção de Causas 10h55 - 927 mil organizações no Brasil: miragem ou verdade? 11h35 - 4 pilares de impacto no território 13h00 - Encerramento Oficial FIFE 2026 A Transparência é sua melhor ferramenta de Captação O Bússola Financeiro automatiza sua gestão para que você foque no impacto. 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